sábado, 9 de maio de 2009

Processing interativo 2

Gostei desse que eu fiz tambem, apesar da imagem final não ser tão interessante, os modos de interagir são maiores, a velocidade e a direção que se move o mouse influencia na forma e na cor da imagem final:



int posx, posy;
void setup() {
size(254, 254);
stroke(255);
}
void draw() {
ellipse(127, 127, mouseX, mouseY);
fill (mouseX,mouseY,mouseX);
}

Processing interativo

Fiz um processing interativo bem simples, fui colocando mouseX e mouseY em tudo! haha eu achei q deu um efeito legal:
void setup() {
size(400, 400);
smooth();
fill(0, 102);
}
void draw() {
fill(mouseX,mouseY,mouseY, 10);
ellipse(mouseX , mouseY, mouseX , mouseY);
fill(mouseX,0,mouseY, 10);
ellipse(mouseX, mouseY, mouseY, mouseX);
}

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Inhotim




Faltando 15 minutos pra pegarmos o ônibus de Inhotim, já tinha observado o site antes e feito o texto, mas não consegui postar. =/ Mas aqui estão as impressões que tive de como será a nossa visita ao instituto.

Observando o site do Instituto Cultural Inhotim, me chamou atenção a inovação desse complexo museológico, principalmente por abranger ao mesmo tempo a arte e arquitetura contemporânea e além de um paisagismo incrível, tudo isso num espaço interativo, por suas grandes dimensões e possibilidades de locomoção. A variedade de tipos de obras, pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, vídeos e instalações, levam a percepções diferentes, fazendo com que seja mais agradável e dinâmica a visita.
O Instituto tem também projetos culturais com iniciativas nas áreas de pesquisa e de educação, tendo assim um caráter socioeducativo em diversas áreas. É um lugar de produção de conhecimento, gerado a partir do acervo artístico e botânico com desenvolvimento de pesquisa, inovação científica e educação.

Processing 1


Peguei o projeto da bolinha dado na aula (p4) , tirei o background e coloquei um draw na elipse, coloquei também um fill de cores que variam de acordo com a posição da bola, ajustei o tamanho da bola e da tela de modo que fizesse uma malha com as cores, tirei o no stroke. No final do projeto fiquei viajando nos movimentos da bola, e gostei do efeito sutil trançado das cores.

int velX, velY;
int posX, posY, larguraBola, alturaBola;
void setup(){
size(235, 245);
velX = 3;
velY = 6;
larguraBola = 15;
alturaBola = 15;
posX = width/2;
posY = height/2;
frameRate(30);
}
void draw(){
ellipse(posX, posY, larguraBola, alturaBola);
fill(posX, 50, posY);
posX = posX + velX;
posY = posY + velY;
if (posX >= width - larguraBola/2 posX <= larguraBola/2){ velX = velX * -1; } if (posY >= height - alturaBola/2 posY <= alturaBola/2){ velY = velY * -1; } }

terça-feira, 5 de maio de 2009

Design: Obstáculo para a remoção de obstáculos

Vilém Flusser inicia seu texto Design: Obstáculo para a remoção de obstáculos do livro “O Mundo Codificado” conceituando o objeto como algo “lançado no meio do caminho”, um obstáculo, um problema. Mas ele estabelece uma contradição, o objeto também é utilizado para “afastar outros objetos do caminho”, contradição chamada “dialética interna da cultura”. São utilizados objetos para vencer obstáculos (outros objetos), porém os próprios objetos de uso obstruem tanto pela necessidade de tê-los(relação de dependência) tanto por estarem sempre por perto.
Então, Flusser questiona o motivo da criação desses objetos em nosso caminho, são projetos de outras pessoas que são necessários para o progresso individual das demais, porém obstruem o mesmo. Assim, os novos objetos são criados para superar os limites dos antigos de modo que as obstruções sejam minimizadas.
O texto expõe que ao configurarem seus objetos, os projetistas devem se preocupar não só com os aspectos científicos e técnicos, mas também com os aspectos subjetivos dele, com o diálogo que o objeto faz entre aquele que o cria e aquele que o utiliza. Criando assim uma certa responsabilidade sobre o utilitário criado, voltando a atenção também a si. Os objetos criados com irresponsabilidade, tiram o mérito do projetista que não se coloca responsável, mantendo a atenção somente na objetividade do objeto, assim se constitui o progresso científico e técnico.
Os objetos imateriais como programas de computadores e redes de comunicação, por ser retirado o conceito de matéria, levam a ser criados de modo responsável, já que o diálogo é visível.
Assim, Flusser conclui que a tomada de consciência de criação de utilitários responsáveis resultaria em menos obstáculos e mais veículos de comunicação, assim, uma cultura com mais liberdade.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Pré Objeto Interativo


Meu Objeto interativo foi feito a partir de:
Conjunto de leds de uma luminária, sensor de 2 pontos [não se é esse o nome] de um brinquedinho de infância, fios, pregos, corrente metálica, papel de seda, uma bola de vidro, um cd e um fluflu.
Ao passar as mão pela corrente metálica a luz azul se acende de acordo com o modo que se passa a mão: ela pode piscar ou simplesmente se manter acesa.
Ao fazer o objeto me lembrei muito da ferramenta de improvisação comentada antes da (quase) reforma da sala de plástica... Ao me deparar com situações que não deram certo, tentei reverter elas a meu favor o que no final teve um resultado não exatamente o esperado, mas satisfatório, talvez até melhor do q o imaginado.
A idéia desse objeto me abriu pra outras possibilidades de utilização... como em uma escada onde a luz somente acende se colocarmos a mão no corrimão. Pode ser utilizada também em uma exposição interativa, com várias e de diferentes cores, talvez até com som.
Apesar de ter dado bastante trabalho, e passar por várias situações de raiva quando nada dava certo, gostei muito de fazer esse trabalho, nunca achei que eu tivesse criatividade pra fazer algo tão avulso.

domingo, 5 de abril de 2009

Oi! Futuro no Sketchup

Tentei passar pro Sketchup minha percepção do museu Oi! Futuro. Coloquei áreas tranlucidas pra passar um pouco do efeito contemporâneo do museu. Separei também as diferentes partes deste: as modernas e tecnológicas (com as luzes em código binário e a esfera que passa imagens) das antigas (com telefones públicos e cartões telefônicos). Fiz um túneo para refletir o túneo do tempo. Mas fiz isso sem evidenciar exatamente o q eu queria representar, somente para passar a impressão que tive do museu.